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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Charles Chaplin


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.


E então, pude relaxar.

Hoje sei que isso tem nome... AUTO-ESTIMA.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.

Hoje sei que isso é...AUTENTICIDADE.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Hoje chamo isso de... AMADURECIMENTO.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.

Hoje sei que o nome disso é... RESPEITO.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.

Hoje sei que se chama... AMOR PRÓPRIO.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.

Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.

Hoje sei que isso é... SIMPLICIDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.

Hoje descobri a... HUMILDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.

Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... PLENITUDE.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é... SABER VIVER!!!



Charles Chaplin

P.S. - eu te amo´.


Holly, uma jovem viúva devastada pela morte prematura aos trinta anos do marido Gerry, o seu inseparável companheiro desde a altura em que eram apenas melhores amigos. Um amor que apenas une almas gémeas e que promete durar para sempre. O que acontece quando ele é subitamente interrompido? Devastada e incrédula, Holly irá encontrar esperança para continuar a viver nas cartas que Gerry lhe deixou destinadas a serem lidas após a sua morte, uma por mês durante um ano.


Cada carta encerra uma tarefa desde os pedidos mais simples aos mais extravagantes e termina invariavelmente com o Post-Scriptum “Eu amo-te”. Holly e as suas amigas irão viver uma série de aventuras desde a diversão nocturna, passando pela performance no karaoke até uma viagem à Irlanda que se revelará determinante para a recuperação da protagonista.                     P.S. - eu te amo´.
 
 

Acho Que Te Amo...


Quando os pais de Regina Metcalf decidem se separar, ela resolve tirar as merecidas férias e retornar para casa, na pequena cidade de Monroeville. Porém, não estava preparada para todas as surpresas que a esperavam. Além de reencontrar as irmãs e se ver enredada em uma trama de mistério e assassinatos, conhece um homem charmoso, que a derrete com um sorriso...
Enviado para avaliar os bens dos Metcalf, Mitchell Cooke logo sente uma poderosa atração pela encantadora Regina. Enquanto tenta conquistá-la, ele se vê cada vez mais envolvido nos problemas da família, que não são poucos. Juntos, além de desvendar tantos segredos, eles descobrem uma verdadeira paixão!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Clarice Lispector


Rifa-se um coração quase novo.


Um coração idealista.

Um coração como poucos.

Um coração à moda antiga.

Um coração moleque que insiste em pregar peças no seu usuário.



Rifa-se um coração que na realidade está um pouco usado, meio calejado, muito machucado e que teima em alimentar sonhos, e cultivar ilusões.

Um pouco inconseqüente que nunca desiste de acreditar nas pessoas.

Um leviano e precipitado, coração que acha que Tim Maia estava certo quando escreveu...

"não quero dinheiro,eu quero amor sincero, é isso que eu espero...".

Um idealista...

Um verdadeiro sonhador...



Rifa-se um coração que nunca aprende.

Que não endurece, e mantém sempre viva a esperança de ser feliz,

sendo simples e natural.

Um coração insensato que comanda o racional sendo louco o suficiente para se apaixonar.

Um furioso suicida que vive procurando relações e emoções verdadeiras.



Rifa-se um coração que insiste em cometer sempre os mesmos erros.

Esse coração que erra, briga, se expõe.

Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões.

Sai do sério e, às vezes revê suas posições arrependido de palavras e gestos.

Este coração tantas vezes incompreendido.

Tantas vezes provocado.

Tantas vezes impulsivo.



Rifa-se este desequilibrado emocional que abre sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas, mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.

Um coração para ser alugado, ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.

Um órgão abestado indicado apenas para quem quer viver intensamente e, contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida

matando o tempo, defendendo-se das emoções.



Rifa-se um coração tão inocente que se mostra sem armaduras e deixa louco o seu usuário.

Um coração que quando parar de bater ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro na hora da prestação de contas:

" O Senhor poder conferir", eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento. Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer e, se recusa a envelhecer".



Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por outro que tenha um pouco mais de juízo.

Um órgão mais fiel ao seu usuário.

Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga.

Um coração que não seja tão inconseqüente.



Rifa-se um coração cego, surdo e mudo, mas que incomoda um bocado.

Um verdadeiro caçador de aventuras que, ainda não foi adotado, provavelmente por se recusar a cultivar ares selvagens ou racionais,

por não querer perder o estilo.



Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.

Um simples coração humano.

Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado.

Um modelo cheio de defeitos que, mesmo estando fora do mercado, faz questão de não se modernizar, mas vez por outra, constrange o corpo que o domina.

Um velho coração que convence seu usuário a publicar seus segredos e, a ter a petulância de se aventurar como poeta.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

William shakespeare




Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.



E você aprende que amar não significa apoiar-se, que companhia nem sempre significa segurança, e começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas.


Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de uma criança e não com a tristeza de um adulto; aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanha e incerto demais para os planos, e no futuro tem o costume de cair em meio ao vão.


Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo, e aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... Aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.


Aprende que falar pode aliviar dores emocionais, e descobre que se levam anos para construir uma confiança e apenas segundo para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependera pelo resto de sua vida; aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer a longas distancias, e o que importa não e o que você tem na vida, mas quem você tem na vida, e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.


Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendermos que eles mudam; percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.


Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a ultima vez que as vejamos.


Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influencia sobre nos, mas que nos mesmos somos responsáveis por nos mesmos.


Começa a aprender que não se deve compará-lo com os outros, mas com o melhor que pode ser.


Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo e curto.


Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde se esta indo, mas se você não sabe para onde esta indo então qualquer lugar serve.


Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil e a situação, sempre existe dois lados.


Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que a paciência requer muita pratica.


Descobre que algumas vezes a pessoa que espera que o chute quando você cai e uma das poucas que o ajuda a levantar; aprende que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou;


Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha; aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens; poucas coisas são tão humilhantes... e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.


Aprende que quando se esta com raiva se têm o direito de estar com raiva, mas isso não te da o direito e ser cruel.


Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre e suficiente ser perdoado por alguém; algumas vezes você tem de aprender a perdoar-se a si mesmo.


Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.


Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para para que você o conserte.


Aprende que o tempo não e algo que possa voltar atrás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que lhe tragam flores, e você aprende que realmente pode suportar... Que realmente e forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.


Descobre que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas duvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar...

William shakespeare

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Jensen Ackles


Nome Completo:Jensen Ross Ackles

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A Casa - André Vianco

Uma viagem ao fundo do coracao humano. Impossível o leitor nao se emocionar com o drama vivido pelos atormentados protagonistas da obra.


Gentilmente uma senhora distribuiu xícaras cheias de um líquido que exalava um aroma adocicado e convidativo. Ela sentiu um arrepio percorrer o corpo. Quem a tinha chamado ali? Recebera apenas um cartão. Ismael também sentiu um arrepio cruzando a espinha. Que casa era aquela? Cada qual sorveu um pouco do líquido quente. Somente naquele instante notaram que cada par de cadeiras dava de frente para um par de portas. Quatro pessoas. Quatro portas. Cada um olhando fixamente para a porta a sua frente. No enredo de 'A casa', uma viagem surpreendente para os que buscam algo para mexer com a mente e o coração.

Celular- Stephen King

Onde você estava no dia 1º de outubro? O protagonista desta história, Clay Riddell, estava em Boston, quando o inferno surgiu diante de seus olhos. Bastou um toque de celular para que tudo se transformasse em carnificina. Stephen King – que já nos assustou com gatos, cachorros, palhaços, vampiros, lobisomens, alienígenas e fantasmas, entre outros personagens malévolos – elegeu os zumbis como responsáveis pelo caos desta vez.



Depois de anos de tentativas frustradas, o artista gráfico Clay Riddell finalmente consegue vender um de seus livros de histórias em quadrinhos. Para comemorar, decide tomar um sorvete. Mas, antes de poder saboreá-lo, as pessoas ao seu redor, que por acaso falavam ao celular naquele momento, enlouquecem.

Fora de si, começam a atacar e matar quem passa pela frente. Carros e caminhões colidem e avançam pelas calçadas em alta velocidade, destruindo tudo. Aviões batem nos prédios. Ouvem-se tiros e explosões vindos de todas as partes.

Neste cenário de horror, Clay usa seu pesado portfolio para defender um homem prestes a ser abatido, Tom McCourt, e eles se tornam amigos. Juntos, eles resgatam Alice Maxwell, uma menina de 15 anos que sobreviveu a um ataque da própria mãe.

Os três sortudos — entre outros poucos que estavam sem celular naquele dia — tentam se proteger ao mesmo tempo em que buscam desesperadamente o filho de Clay. Assim, em ritmo alucinante, se desenrola esta história. O desafio é sobreviver num mundo virado às avessas. Será possível?